Durante essa semana me dediquei bastante às pesquisas para os trabalhos do Seminário Integrador: Violência na Escola e de Necessidades Especiais, na atividade: Dossiê. Descobri muitas formas de violência, me detive no ambiente escolar, o quê é violência como prevenir e denunciar. Recebemos um aluno novo em minha escola da manhã e este menino é extremamente agressivo, com histórico de agressões físicas e verbais anteriores a sua chegada na nossa escola. O menino já entrou em conflitos com outros colegas pelo menos em quatro episódios, ele perde totalmente o controle, mas os colegas que ele agrediu eram mais fracos que ele e em geral não possuíam histórico de envolvimento em confusões. Acredito que além de possuir um histórico de vida difícil, esse menino demonstra em seus atos traços da pratica de bullying , não descartamos a possibilidade de algum outro problema além do emocional, como algo neurológico. A escola está entrando em contato com a psicóloga do menino e inicia encaminhamentos para neurologia e psiquiatria. Sua psicóloga diagnosticou Transtorno Desafiador Opositivo e investiga hiperatividade.
Quanto ao Dossiê de Inclusão, acrescentei um comentário sobre o filme: Do luto à luta, mas percebo que a realidade das personagens deste documentário é muito melhor do que de meus alunos, em termos de recursos assistenciais, financeiros, médicos, entre outros.
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Procurando material para trabalhar assuntos na sala de aula como inclusão e etnias, encontrei esse dois livros: NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM e APELIDO NÃO TEM COLA, de Regina Otero e Regina Rennó. Estes livros pertencem a uma rica coleção que trazem assuntos extremamente atuais e pertinentes a nossa sala de aula, eles são o resultado da parceria de uma psicóloga com uma autora e é um material que pode ser usado como suporte em todas as disciplinas.
No primeiro livro: Ninguém é igual a ninguém, o personagem principal é a própria crianças que irá utilizar o material, este material propõe a expressão livre das crianças colocando seus valores, limites e vivências no cotidiano, cabe ao professor conduzir as atividades sem interferência de valores, conceitos e criticas deixando a criança a vontade para promover uma grande discussão. No livro Apelido não tem cola, podemos trabalhar especialmente estereótipos, discriminação, etnias, entre outros assuntos.
ACESSO A EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Nas escolas que atuo, da forma que se apresentam atualmente, não praticam uma educação inclusiva. Na verdade o que fazemos é uma adaptação da criança com necessidades especiais a escola e não o contrário, como deveria ser. A escola deveria garantir acesso tanto em seu espaço físico, (o que ainda não acontece) como dar condições para que essa criança aprenda. Para tanto o desafio é realizar um planejamento diferenciado que propicie a este aluno o desenvolvimento de suas capacidades, um atendimento multidisciplinar para atender suas especificidades. Trabalho esse que depende do engajamento da escola como um todo, direção, professores, funcionários,etc... todos envolvidos para o sucesso deste aluno, o preconceito vem do olhar do adulto que fica penalizado por ter determinado aluno em sua sala de aula, a barreira é imposta por adultos, pois rapidamente percebo a integração dos alunos, que acolhem essa criança, sem distinção. Vários são os entraves de ordem financeira, falta de atendimentos especializados, descaso das autoridades, poucas vagas em instituições, etc...
As diretrizes estabelecem que a identificação de necessidades especiais dos alunos deve ser realizada pela escola, com assessoramento técnico, mediante avaliação no processo de ensino aprendizagem. As metas estabelecidas pela educação especial falam de padrões mínimos de infra-estrutura incluindo adaptação de prédios escolares e garantir a vaga do aluno especial em ensino regular, mas exige que sua permanência seja com qualidade, sugere também que as escolas especiais prestem apoio à escola regular.
As diretrizes estabelecem que a identificação de necessidades especiais dos alunos deve ser realizada pela escola, com assessoramento técnico, mediante avaliação no processo de ensino aprendizagem. As metas estabelecidas pela educação especial falam de padrões mínimos de infra-estrutura incluindo adaptação de prédios escolares e garantir a vaga do aluno especial em ensino regular, mas exige que sua permanência seja com qualidade, sugere também que as escolas especiais prestem apoio à escola regular.
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Educ. de pessoas com necessidades especiais.
NECESSIDADES ESPECIAIS
O que posso fazer para contribuir na inclusão daqueles que são apenas diferentes de mim?
Para buscar essa resposta trilhamos o caminho do aprendizado, caminho este que nem sempre é fácil... exige desejo de conhecer, de se arriscar, envolver e agir... A busca dessa resposta é buscar uma sociedade inclusiva, pois o termo inclusão indica que quem deve mudar é a sociedade e não a pessoa. Para inicio a esse processo de inclusão devemos ter cuidado até mesmo com as palavras e expressões que devem denominar as diferenças ressaltando seus aspectos positivos e, assim promover mudanças de atitudes em relação a estas diferenças.
Para buscar essa resposta trilhamos o caminho do aprendizado, caminho este que nem sempre é fácil... exige desejo de conhecer, de se arriscar, envolver e agir... A busca dessa resposta é buscar uma sociedade inclusiva, pois o termo inclusão indica que quem deve mudar é a sociedade e não a pessoa. Para inicio a esse processo de inclusão devemos ter cuidado até mesmo com as palavras e expressões que devem denominar as diferenças ressaltando seus aspectos positivos e, assim promover mudanças de atitudes em relação a estas diferenças.
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Dossiê de Inclusão.

O Dossiê da Inclusão me levou a refletir sobre meu cotidiano, minha escola e sala de aula. Muitas são as leis e garantias para o ingresso de pessoas com necessidades especiais nas turmas regulares, mas na maioria das vezes estes direito e garantias não saem do papel. Percebo que fazemos dentro da escola tudo e mais um pouco por estas crianças, mas esbarramos em muitos entraves como família, falta de assistência, burocracia, entre muitas outras que nos fazem muitas vezes desanimar e continuar atuando com o que nos resta: dedicação.
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